Friday Share #11

Quem nunca errou nunca tentou nada novo.
Albert Einstein


KOAN – 2 minutos

NA TERRA DOS SONHOS
Tradição oral, em AshidaKim.com/zenkoans

Quando Banzan estava andando em um mercado ele escutou uma conversa entre um açogueiro e um cliente:
“Me dê o melhor pedaço de carne que você tem,” disse o cliente.
“Tudo na minha loja é o melhor,” respondeu o açogueiro. “Você não vai achar aqui nenhum pedaço de carne que não seja o melhor.”

Ouvindo isso, Banzan se tornou iluminado.

Nota: “Koan” é uma narrativa, diálogo, questão ou afirmação no budismo zen que contém aspectos que são inacessíveis à razão. Desta forma, o koan tem, como objetivo, propiciar a iluminação espiritual do praticante de budismo zen através da interrupção do seu fluxo de pensamentos. Um koan famoso é: “Batendo as duas mãos uma na outra, temos um som; qual é o som de uma mão somente?” (tradição oral, atribuída a Hakuin Ekaku, 1686-1769).

http://www.ashidakim.com/zenkoans/31everythingisbest.html
(em inglês)


LIVRO – 300 minutos

TODOS ELES RIRAM…
Ira Flatow

O primeiro fax foi inventado em 1843. O papel existe graças às vespas. o teflon foi desenvolvido para a bomba atômica. Olhando pra descobertas científicas e as maneiras acidentais que levaram a algumas das mais importantes invenções, esse livro ilumina nessas invenções as pessoas nas quais agora nós vemos valor. Ira Flatow fala de personalidades e intrigas envolvendo essas invenções.

http://www.amazon.com/They-Laughed-Light-Bulbs-Lasers/dp/0060924152
(em inglês)


ARTIGO – 20 minutos

VOCÊ QUER SER UM ESCRITOR? ESSE É O ERRO #1
de Ryan Holiday, em Though Catalog.com

Existem dois tipos de escritores, disse Schopenhauer uma vez; aqueles que escrevem porque têm algo a dizer, e aqueles que escrevem simplesmente para escrever.

Se você é jovem e acha que quer ser escritor, provavelmente você está no segundo grupo. E os conselhos que você vai receber de outras pessoas sobre escrever só serve pra alimentar esse impulso terrível. Escreva o tempo todo, eles vão dizer. Escreva pro jornal da faculdade. Faça um mestrado em comunicação. Vá a grupos de escritores. Envie cartas pra agentes.

O que eles nunca vão dizer? Vá fazer coisas interessantes.

http://thoughtcatalog.com/ryan-holiday/2013/07/so-you-want-to-be-a-writer-thats-mistake-1/
(em inglês)


ARTIGO – 35 minutos

A ESCOLA MATA A CRIATIVIDADE?
por escoladacriatividade, em Escola Da Criatividade

Dizem que a criatividade é o gene do gênio e do talento, aquele que determina que haja Einsteins, Edisons, Leonardos, Quevedos e Steves Jobs, e que todas as crianças nascem com ele. Então, por que surgem tão poucas pessoas inovadoras?

Para Sir Ken Robinson, um dos maiores especialistas internacionais em desenvolvimento da criatividade, está claro o motivo pelo qual deixamos de ser criativos ao crescer: “As crianças arriscam, improvisam, não têm medo de errar. Não que errar seja sinal de criatividade, mas está claro que não se pode inovar se não se está disposto a errar, e nós adultos penalizamos o erro, o estigmatizamos na escola e na educação; e é dessa forma que as crianças se afastam de sua capacidade criadora.”

http://escoladecriatividade.com.br/2014/01/a-escola-mata-a-criatividade/
(em português)


VIDEO – 4 minutos

EXPERIMENTE ALGO NOVO POR 30 DIAS
de Matt Cutts, em TED.com

Existe algo que você sempre pensou em fazer, quis fazer, mas simplesmente… não fez? Matt Cutts sugere: tente fazê-lo por 30 dias. Esta palestra curta e divertida oferece uma boa forma de pensar sobre como traçar e atingir objetivos.

https://www.ted.com/talks/matt_cutts_try_something_new_for_30_days?language=pt-br
(em inglês, com legendas em português)

Uma resposta para “Friday Share #11”

  1. Curti todos! O único de que discordo é “VOCÊ QUER SER UM ESCRITOR? ESSE É O ERRO #1”
    Na minha opinião, essa história de que nós devemos “fazer coisas interessantes” para ter o que dizer é um pensamento muito moderno, baseado em uma distorção da noção de experiência, que nao leva em conta a capacidade de observação, reflexão, invenção e aproveitamento do mínimo que têm os grandes escritores. Walter Benjamin já dizia que existem dois tipos de escritor: o viajante e o camponês. E a Jane Austen talvez seja o melhor exemplo disso.

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