Friday Share #16

Quando eu me desfaço de quem eu sou, eu me torno quem eu posso ser.
Quando eu me desfaço do que eu tenho, eu recebo tudo o que eu preciso.
Lao Tzu


KOAN – 1 minuto
Tradição oral, em Elephant Journal

ESCOLHAS
O Grande Caminho não é difícil
Se você parar de escolher demais.

 

http://www.elephantjournal.com/2012/11/what-are-koans-why-are-they-important/
(em inglês)

 


ARTIGO – 7 minutos
de Frederico Mattos, em Papo de Homem

 

SCRIPTS QUE SABOTAM NOSSAS ESCOLHAS
Quantos e quais padrões rodam por trás daquilo que você julga ser uma personalidade única e esplendorosa (a sua)?

 

A maior parte das pessoas não é livre psicologicamente (mesmo as que se acham). Estão possuídas por forças internas que desconhecem.

Pense comigo, você não nasceu sem contexto, sem nome, sem gênero, sem nacionalidade e sem uma enxurrada de expectativas conscientes e inconscientes dos seus pais naturais ou adotivos. Você mal nasce e já vem com uma série de post-its grudados na sua personalidade.
Se é menino ou menina já começa a ser fantasiado com essa ou aquela ideia do que é ser homem ou mulher. Lentamente cada atitude sua é modulada por todos os que cercam os passos do bebê, “assim não”, “fecha as pernas”, “deixa ele”. Parece que cada ação ganha um reforço que a potencializa ou desestimula.

O bebê chora e a mãe diz “que preguiçoso”, o pai diz “meu campeão/princesa” e em seguida emenda uma atitude mais rápida para estancar o choro ou deixar a coisa seguir para o “fortalecer o caráter”. Nada passa batido e não raro a criança já tem personalidade (risos profundos meus) aos 5 anos de idade.

A criança ainda é um espelhamento inconsciente do que os pais prepararam para ela, mas sua maneira de se expressar parece tão autônoma e contundente que os pais assumem a alucinação de personalidade própria, como se eles não tivessem nada a ver com aquele comportamento.

Quando a criança dá escândalo no shopping center pela primeira vez na vida, os pais parecem arregar pois percebem, com certa vergonha, que criaram uma versão mirim de sua própria impulsividade contida.

A criança se torna então um adolescente tratado com permissividade ou rigidez extrema, passando a ser visto, quem sabe, como o folgado-rebelde ou durão-frio. Para se rebelar tenta agir como o oposto do que fez até então. Seu comportamento opositor (que ainda orbita em torno de um contraponto dos pais ou cuidadores) é visto como plena autonomia. Não é, ainda é uma cópia avessa do que era até então.

Ele cresce, paga as contas, sai de casa, vai para a empresa e se firma como o líder da equipe, o cara que não pode falhar, decepcionar, tem que ser o que está sempre antenado. Ou não, é aquele do contra, que ginga de insubordinado, que fala pelas costas, cria caso, é a ovelha negra, é mandado embora, que azarado.

Seja um azarado, um bom samaritano, um campeão, ninguém parece conseguir efetivamente agir sem aquele condicionamento. E o pior, chamamos isso de personalidade própria e nos gabamos ou amaldiçoamos por conta de um repertório psicológico que pegamos emprestado. Quantas vezes você não tinha certeza que estava agindo como “você mesmo”?

Seus modos de amar, odiar, ter esperança, trabalhar e sofrer estão todos vinculados a scripts subliminares que você segue, talvez pouco questionando, por guardar a certeza de ter feito suas próprias escolhas.

Me aprofundando nesse caminho, gostaria de comentar três scripts muito comuns de serem observados, e que muitas vezes se alternam num mesmo dia, ou até em um único minuto.
A Vítima

A pessoa tem uma “síndrome de perseguida”. O pão dela cai sempre com a face amanteigada para baixo, ela vai ser a última da lista de espera, nunca consegue chegar à tempo e com frequência tem azar inexplicável, até ao escolher a fila mais demorada do supermercado.

Esse é o script daquele que fracassa logo de cara, antes de começar, que acaba se identificando com a figura da pessoa emocionalmente órfã, desprivilegiada ou vitimizada por algum ser malvado que a persegue. E as vítimas desse processo parecem sustentar uma certa vaidade em torno dessas situações.

A vítima quer provar, sem o saber, que é um ser desprotegido e incapaz de lidar com forças ocultas e malignas – ela está sempre sendo alvo de inveja, crítica e perseguição.

Seu lugar favorito (e nunca admitido) é esse: o de saco de pancada.
O Algoz

Esse papel costuma ser incorporado por pessoas do contra, ou por aquelas cheias de opinião, transparência e verdades para jogar na cara de todo mundo. Justificada por um passado de dor, resolveu colocar as mangas para fora e esbravejar sua mágoa.

Por tentar estancar sua ferida com dureza, essas pessoas se tornam implacáveis, começam a culpar todos pelo que atravessaram, não raro os atacando como um manifesto de sua dor.

Sem perceber, o que parecia ser contra-ataque começa a se tornar procedimento padrão. Atacam diante da menor suspeita de serem ofendidas. O resultado tende a ser desastroso, machucam, mutilam e colocam a perder suas relações mais íntimas. A agressividade não raro é sua marca pessoal, seja em forma de violência ou frieza emocional.
O Salvador

Numa tentativa de proteger os pais de suas dores, os salvadores recorrem a um comportamento precocemente amadurecido, responsável e cônscio de todos os seus deveres e obrigações.

Eles engolem sua raiva e seu medo e criam uma casca de bem-resolvidos. Para qualquer assunto que quicar na mesa eles têm um conselho, uma mensagem positiva, uma ajuda desistenteressada.

E, sem que percebam, sufocam as pessoas com tanta bondade não solicitada.
A alternância de scripts

Imagine a cena, você prepara uma surpresa para a pessoa amada, com toda dedicação do mundo (o salvador) e diz para si mesmo que não tem nenhuma expectativa sobre aquilo.

A pessoa amada acaba não te encontrando naquele dia e a surpresa toda vai por água abaixo, você chora, diz que o mundo é injusto (vítima), diz que nunca mais fará nada pelos outros. E quando finalmente encontra a pessoa amada, que mal sabia dos bastidores, descarrega um caminhão de crítica, frieza e culpa (algoz).

Parece estranho pensar nisso, mas o tempo todo estamos como petecas pulando emocionalmente de um script para o outro, seja ao ver o noticiário, comentar um post no facebook do amigo, defender um colega, entregar um trabalho ou escolher o amor da sua vida.

Esse triângulo das bermudas emocional só se realimenta e gira em torno da atribuição de culpa, seja para jogar sobre o outro ou ser o redentor.

Raramente as pessoas acometidas por esses scripts se responsabilizam pelo que fazem. Estão sempre pegando ou arremessando a culpa como uma batata quente, se afastando de um processo de amadurecimento.
E como sair desses padrões?

Ofereço aqui um caminho possível a ser experimentado.

Primeiro, identifique o padrão.

Investigue sua vida, repare nos apelidos, nos lugares-comuns emocionais em que é colocado, como se posiciona em situações de crise, como os outros se referem à você, quais são as expectativas que as pessoas nutrem contigo.

Segundo, brinque de abstinência.

Aja por uns quinze dias se mantendo distante de seus padões usuais. Repare no estranhamento coletivo diante da nova postura, como ações suas e dos outros parecem querer, quase compulsivamente, levá-lo ao lugar de sempre. Repare como será difícil agir fora de seus padrões sem frustar as pessoas com que se relaciona. Às vezes você se sentirá excluído de conversas habituais, não saberá o que falar e como agir, se sentira menos natural. Mas confie e siga firme.

Terceiro, olhe com relativismo e desconfiança para isso que chamamos de “eu” e acreditamos ser algo firme e constante.

Isso não implica dar a louca e ter um comportamento volúvel e inconsequente, mas apenas a abertura para reavaliar cada novo passo à partir da perspectiva presente, mesmo que não faça sentido em relação ao que já fomos.

Pois apesar de termos características aparentemente nossas, elas não são nossas e não são o que somos enquanto realidade última. Não conseguimos agarrar nem por um minuto uma constância do que é “nosso jeito de ser”, só temos a aparência de continuidade, como uma ilusão mental.

Quarto, se abra para manifestações mais livres.

Seja notando os condicionamentos de apego, medo (vítima), raiva (algoz) ou altruísmo (salvador), observe que há também espaços internos além deles, para elementos de criatividade, sabedoria e generosidade autênticos.

Essa é a própria jornada de individuação, sem script, garantia ou roteiro. Boa sorte.

 

http://www.papodehomem.com.br/scripts-que-sabotam-nossas-escolhas-or-id-48
(em português)

 


ARTIGO – 7 minutos
de Mark Manson

 

NÃO, VOCÊ NÃO PODE TER TUDO

 

Eu vi uma história no Facebook no outro dia. Como a maioria das histórias que são circuladas pelo Facebook, é provavelmente apenas 38% verdadeiro e escrito por um moleque de 16 anos. Mas, independentemente disso, eu achei legal e, no mínimo, instigante.

Era sobre um homem chamado Mohammed El-Erian. Mohammed era o CEO de um fundo de investimentos de US$ 2 trilhões chamado PIMCO e ganhava mais de US$ 100 milhões por ano. Em janeiro de 2014, ele inesperadamente abriu mão de tudo a fim de passar mais tempo com a filha de 10 anos.

Agora aqui vai a má notícia: Uma decisão como esta é, aparentemente, algo chocante em nossa sociedade. Totalmente inesperado e contra a corrente cultural de “fazer bilhões ou morrer tentando” a que estamos todos acostumados. O artigo está seguindo o script habituais nas mídias sociais, sendo compartilhada e comentada a rodo.

Aparentemente, a decisão de El-Erian veio depois de uma briga com a referida filha. Ele estava gritando com ela para escovar os dentes. Ela recusou. Ele puxou o clássico “Eu sou seu pai e você vai fazer o que eu digo”, ao que ela respondeu: “Espere, por favor.” A garota retirou-se para seu quarto e começou a anotar 22 momentos importantes de sua vida que seu pai tinha perdido por causa do trabalho – festas de aniversário, peças escolares, convenções Hare Krishna, e assim por diante. Presumivelmente, esta lista rabiscada deu a El-Erian um caso grave do que a internet tem apelidado de “the feelz” (“minhaz emoçõez”) e no dia seguinte Mohammed estava pendurando seu chapéu fundo de hedge para o bem – Mohammed “Uau, isso é um monte de zeros do caralho” El-Erian era agora um pai em tempo integral.

Se você já teve aulas de economia, uma das primeiras coisas que você aprende é um conceito chamado “custo de oportunidade”, uma idéia, muitas vezes ilustrada com a citação “Não existe almoço grátis.”

O custo de oportunidade significa que, essencialmente, tudo que você faz, não importa o que seja, custa algo, mesmo que indiretamente. O exemplo clássico é quando alguém leva você para fora para um almoço grátis. Apesar de ganhar o valor do almoço durante essa hora, você ainda está abrindo mão de todas as outras atividades produtivas que você poderia ter sido potencialmente fazendo.

Então você deixa de fazer uma hora extra de trabalho. Uma hora extra de sono. Uma hora extra de telefonemas de vendas que poderiam render-lhe um novo cliente. Ou, como no caso com El-Erian, uma hora extra com sua filha de 10 anos de idade.

Em nossa cultura, nós celebramos regularmente as pessoas que se tornam ricos, fazendo coisas excepcionais. Mas a natureza dessas “coisas excepcionais” muitas vezes requer custos extremamente elevados de oportunidade. Bill Gates dormia em seu escritório cinco dias por semana e permaneceu solteiro até os 30 e tantos. Steve Jobs era um pai absolutamente ausente à sua primeira filha. Brad Pitt não pode sair de casa sem ser assediado por flashes e câmeras – ele afirmou que passou por períodos de depressão devido ao isolamento social provocado pela sua extrema fama.

O ponto é que fazer qualquer coisa verdadeiramente grande requer algum tipo de sacrifício inerente que pode ou não ser imediatamente óbvio. Você sabe, como faltar a uma série de aniversários da sua filha.

Mas aqui está o problema. A sociedade moderna multiplica as nossas oportunidades. Portanto, a sociedade moderna também multiplica nossos custos de oportunidade, tornando mais caro e mais difícil de comprometer todo o nosso tempo e energia para qualquer coisa sem sentir algum tipo de remorso ou arrependimento.

Introduzir o conceito de “FOMO” (“Fear Of Missing Out”) [ou “MFF” (“Medo de Ficar de Fora”)]. Nós vivemos uma vida que é constantemente bombardeada com lembretes de tudo o que somos capazes de nos tornar.

Se você voltar, digamos, 200 anos atrás, as pessoas não tinham esse problema. Se você nasceu um agricultor, você provavelmente não tem muitas oportunidades para além da agricultura. Além disso, é provável que nem sequer tenha conhecimento de oportunidades além da agricultura. Portanto, dedicando tudo em sua vida para se tornar um agricultor especialista envolvia perto de nenhum custo de oportunidade e nenhum FOMO [MFF]. Afinal, não havia mais nada a perder.

De uma maneira bizarra, as pessoas daquela época poderiam “ter tudo.” Eles tinham tudo, simplesmente pelo fato de que não havia mais nada para que eles tivessem.

No mês passado eu escrevi um artigo sobre o propósito da vida. Algo como 800 bazilhões de pessoas compartilharam no Facebook e me disseram que eu era um garoto legal. Elizabeth Gilbert, autor de “Comer, Rezar, e Amar”, também achou bacana. Mas todo esse negócio de “propósito de vida” nem sequer existia até algumas décadas atrás. Como questão, não fazia sentido.

De certa forma, a sua chamada “crise propósito de vida” é um luxo, algo que você está autorizado a ter como resultado das liberdades surpreendentes que o mundo moderno concedeu a você.

Recebo e-mails o tempo todo de pessoas que se queixam a respeito do equilíbrio trabalho/vida. Há artigos muito discutidos que debatem se é possível “ter tudo” – ou seja, se é possível ser um pica-das-galáxias em sua carreira e ter uma vida familiar saudável e ter passatempos legais e divertidos e ser financeiramente estável e ter um corpo sexy e cozinhar soufflé orgânico em sua roupa íntima, enquanto compra uma casa à beira-mar no seu novo iPhone 6, tudo ao mesmo tempo?

O que mudou não é a nossa incapacidade de gerir o nosso tempo ou “equilibrar as nossas vidas” entre trabalho e lazer. O que mudou é que temos mais oportunidades para trabalhar e jogar do que nunca – mais interesses, mais consciência de toda a experiência potencial que estamos deixando passar. Em suma, temos mais custo de oportunidade.

E nós estamos cientes disso a cada dia por causa de uma vida terrivelmente conectada. Cada pessoa que decide a sacrificar a sua vida amorosa para avançar sua carreira está agora constantemente bombardeada pelas vidas sexuais indisciplinadas de amigos e estranhos. Cada pessoa que sacrifica suas perspectivas de carreira para dedicar mais tempo e energia para sua família está agora bombardeada com os sucessos materiais das pessoas mais excepcionais em torno deles em todos os momentos. Cada pessoa que decide tomar um papel ingrato, mas necessário na sociedade está agora constantemente afogado em histórias das famosas e bonitas.

Então, como responder a esta nova cultura excessivamente conectada? Como podemos gerenciar nosso FOMO [MFF]?

A resposta convencional, a resposta que você vai encontrar na maioria das livrarias e na maioria dos seminários é alguma variação de “fazer mais com menos”, “gestão eficiente do tempo”, ou como Arnold Schwarzenegger disse uma vez, “durma mais rápido.”

El-Erian afirmou em seu post “de-pai-do-ano” no Facebook que ele passou anos justificando as faltas nos aniversários da filha para si mesmo – ele estava ocupado, o trabalho era muito exigente, sua agenda de viagens era uma loucura.

Este é a típica queixa sobre equilíbrio trabalho/vida “tadinho-de-mim” que sempre ouve: “Tem um monte de coisas que eu quero fazer e não há tempo suficiente.”

Mas e se a resposta for não fazer mais?

E se a resposta for querer menos?

E se a solução é simplesmente aceitar o nosso potencial limitado, a nossa tendência infeliz como seres humanos a habitar apenas um lugar no espaço e no tempo? E se nós reconhecermo as inevitáveis limitações da nossa vida e, em seguida, priorizarmos o que nos preocupa com base nessas limitações?

E se for tão simples quanto dizer: “Isto é o que eu escolho valorizar mais do que todo o resto”, e então a viver com essa escolha?

Quando tentamos fazer tudo, para encher a checklist da vida, para “ter tudo”, estamos tentando, essencialmente, viver uma vida sem valor, uma vida onde tudo é igualmente adquirido e nada perdido. Quando tudo é necessário e desejado de forma igual, então nada é necessário ou desejado de verdade.

Na semana passada, eu recebi um email de um homem que estava angustiado com sua vida. Ele tinha um trabalho que ele odiava e tinha se desligado dos amigos e atividades com os quais uma vez que ele tinha se importado. Ele disse que estava deprimido. Ele disse que sentia como se ele tivesse se perdido. Ele disse que odiava sua vida.

Mas, acrescentou, no final ele tinha se acostumado ao estilo de vida que o seu trabalho lhe proporcionava. Então deixar o seu trabalho estava fora de questão. Então perguntou o que deveria fazer.

Na minha experiência, as pessoas que têm dificuldades com a questão “propósito de vida”, sempre se queixam de que elas não sabem o que fazer. Mas o verdadeiro problema não é que elas não sabem o que fazer. É que elas não sabem do que abrir mão.

A prioridade de El-Erian foi de US$ 100 milhões por ano. Sua prioridade era ser CEO. Sua prioridade era helicópteros particulares e limusines e banqueiros se masturbando nos balanços da sua empresa onde quer que fosse. E para ganhar essas coisas, ele optou por desistir de ser presente na vida de sua filha.

Até que, um dia, ele escolheu o oposto.

 

 

http://markmanson.net/you-cant-have-it-all
(em inglês)

 


ARTIGO – 2 minutos
de Mislav Popovic, em Traditions Customs

 

LOY KRATHONG
O festival tailandês simboliza o desprendimento das emoções e sentimentos negativos
Loy Krathong (Loi Kratong) é um festival realizado na Tailândia na lua cheia do 12º mês do calendário lunar tailandês tradicional. No calendário ocidental é geralmente em novembro. Em 2014, o festival foi realizado no dia 7 de novembro.

“Loi” significa “flutuar”. “Krathong” é uma espécie de pequena jangada, cerca de um palmo de diâmetro, geralmente feito de uma parte do tronco da bananeira. O Krathong é decorado com folhas dobradas da bananeira, flores, velas, incensos, etc. Durante a noite de lua cheia, as pessoas liberam seus Krathongs na correnteza do rio.
loy-kratong-festival

O festival Loi Krathong de Chiang Mai é chamado de “Yi Peng”. Milhares de pessoas se reúnem ali para libertar os seus Krathongs. O festival em Chaing Mai também incluem lanternas do céu ao estilo Lanna (Khom Fai) que são liberados no ar. Lanna ( “Um Milhão de Campos de Arroz”) era um reino que existiu em torno de Chiang Mai.

loy_krathong_1

 

http://traditionscustoms.com/festivals/loy-krathong
(em inglês)

 


VIDEO – 10 minutos
de Baba Shiv, em TEDxStanford

 

ÀS VEZES É BOM CEDER SEU LUGAR AO VOLANTE
Ao longo dos anos, pesquisas têm mostrado um fator contra-intuitivo sobre a natureza humana: que às vezes, ter muita opção nos deixa menos felizes. Isso pode ser verdade quando se trata de tratamento médico. Baba Shiv compartilha um estudo fascinante que calcula porque as escolhas abrem portas para as dúvidas e sugere que ceder o controle — especialmente em decisões de vida e morte — pode ser o melhor para nós.

(em inglês, com legendas em português)

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